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O que é PNL

O que é PNL, portal IBGA

 

Definição da PNL

A PNL — Programação Neurolinguística, é a metodologia que estuda o aprendizado comportamental: como o cérebro percebe, codifica, organiza e armazena informações, em termos de experiências. Esse processo define as relações da pessoa com o meio ambiente. Ele explicita como, em dado contexto e circunstância, você age ou reage, como você experimenta, como você influencia o mundo ao seu redor e como é influenciado por ele, positiva ou negativamente.

Por aprendizado, definem-se todos os comportamentos adquiridos e desenvolvidos ao longo da vida, sejam eles produtivos ou improdutivos, conscientes ou inconscientes.

A PNL estuda e se ocupa da experiência subjetiva individual. Portanto, faz-se necessário compreender o que é experiência subjetiva?

 

É quase meia noite

Você andava por uma rua escura, num bairro em que a violência é muito grande. De repente você ouve passos atrás de você, você acelera e os passos também. Você imagina que o assaltante vai pegar você, afinal, você tem visto muita notícia sobre isso na TV. Sob uma lâmpada da rua, o barulho está muito próximo. Você se vira de repente e reconhece um de seus colegas, que se dirigia ao mesmo estacionamento.

Você fica aliviado ao ver o seu colega. Mas, ele poderia ser um ladrão assassino?

A maior parte do que passou em sua cabeça numa situação como esta não existe de fato, mas é criação de sua mente, ao associar a realidade – passos na calçada, com suas memórias e temores. Em termos de processo interno de suas experiências isso é a mesma coisa em todas as áreas de sua vida. Só você e somente você pode descrever e experimentar o que se passou naqueles momentos da calçada e em todas as outras.

Experiência subjetiva ou modelo mental é isso, sua mente dando sentido, dentro de você, ao que você percebe no mundo, fora de você. Para você, o que está dentro é a verdade que faz você agir ou reagir ao que vem de fora.

A PNL é:

PROGRAMAÇÃO = APRENDIZAGEM: significa a capacidade do ser humano de receber, processar, armazenar e transformar informações sensoriais em comportamentos, aprendizados.

NEURO: reporta-se ao sistema nervoso, ao cérebro (seu disco rígido, HD Neural), que é o berço da mente (programas mentais, mapa mental – modelo mental) e todos os sentidos da percepção (os periféricos: Visão e Audição e Cinestesia: Olfato, paladar e Tato — VAC).

LINGUÍSTICA: refere-se às diversas linguagens usadas na percepção, codificação e decodificação dos informações do meio ambiente: sinais, gestos, tons, sons, imagens, cheiros, gostos, texturas, expressões, temperaturas, emoções, sensações, sentimentos, etc. Existem, portanto, as linguagens verbais e não verbais e a percepção sensorial externa e interna. (Como visto em É quase meia noite).

Aqui você está lidando com a PNL científica, através da qual se consegue resultados, porém, com conhecimento, pesquisa, dedicação e trabalho. Seja bem vindo.

É quase meia noite

Você está caminhando numa rua escura em direção ao seu carro, estacionado a várias quadras, quando ouve passos em sua direção. Você não olha para trás, mas aperta o passo. Você se lembra de uma história que viu no noticiário sobre um assalto com faca naquela região. Você se apressa. Mas os passos atrás de você estão cada vez mais rápidos.

A pessoa está alcançando você.

No fim da quadra, sob uma lâmpada da rua, o barulho está muito próximo. Você se vira de repente e reconhece um de seus colegas, que se dirigia ao mesmo estacionamento. Com um suspiro de alívio, saúda-o e os dois fazem juntos o restante do trajeto.

 

O que acaba de acontecer?

A realidade da situação não mudou nada, mas no instante em que você reconheceu o rosto de seu colega, o mundo em sua mente foi transformado. A imagem do perseguidor que iria atacar você foi transformada na imagem de um amigo. Como pode uma pequena mudança no contexto impactar tanto na maneira como você vê a situação?

No primeiro momento, você havia criado um quadro completo do que aconteceria baseando-se em uma quantidade ínfima de informações — o ruído dos passos atrás de você à noite. A partir dessa mera sugestão, você recordou-se de notícias de crimes que, unidas a seus temores e experiências pessoais, produziram a imagem de um suposto agressor. Você modificou seu comportamento, baseando-se em sua avaliação da situação, caminhando mais rapidamente para escapar de um criminoso. Isso poderia ser considerando instinto de sobrevivência mas, nesse caso, você fugia de um criminoso inexistente.

Sob a luz do poste, com a mesma rapidez, você obteve mais informações — e o quadro mudou. Numa fração de segundo, você reconheceu o colega — novamente baseado nos mais vagos indícios. Você não ficou muito tempo observando nem pensando profundamente a respeito. Havia outras possibilidades nessa situação: não seria um assaltante usando uma máscara para parecer com seu colega? Seu colega não seria um assaltante? Essas possibilidades eram tão remotas que você sequer as considerou, e se tivesse considerado, antes de chegar a uma conclusão, já poderia estar morto. Você viu o rosto, e os passos rapidamente mudaram da categoria de inimigo para amigo.

Apenas uma pequena parte desse drama aconteceu na calçada, a maior parte dele foi criada por sua mente.

De uma forma ou de outra, o que você experimenta numa situação como essa e em todas as outras da sua vida — em sua família, no seu trabalho, em suas relações sociais, afetivas, amorosas, na sua lida com dinheiro, no enfrentamento de situações difíceis em qualquer âmbito e mesmo em suas pesquisas científicas, se você for um pesquisador — é a mesma coisa, em termos de processo interno de suas experiências. Só você e somente você pode descrever e experimentar o que se passou naqueles momentos da calçada e em todas as outras.

Isso é a sua experiência subjetiva ou seu modelo mental, único e exclusivo, moldando suas decisões e escolhas pelo mundo real, o território que você habita, física ou só mentalmente.

É quase meia noite e O que acaba de acontecer? São capítulos do livro The power of impossible thinking: transform the business of your life and your business – Yoram Wind, Pearson Education, 2005.

Mecanismos de aprendizagem

O homem tem como instrumentos de aprendizado o seu sistema neurológico e linguístico. A PNL estuda a interligação dos canais sensoriais — os cinco sentidos — os coletores de informações do meio e o cérebro, como mecanismo de processamento, armazenamento e resgate dessas informações — experiências — e lida com as consequências dessa interação no comportamento humano. A PNL oferece um “Sistema de Mudanças” que é composto por técnicas e procedimentos para melhor utilização do potencial humano através de processos de reaprendizagem. Esse sistema engloba ações corretivas, generativas e evolutivas que operam na experiência individual.

A PNL é:

PROGRAMAÇÃO = APRENDIZAGEM: significa a capacidade do ser humano de receber, processar, armazenar e transformar informações sensoriais em comportamentos, aprendizados.

P — significa aprendizado, e isso implica uma visão mais sistêmica que pode ser tomada do termo adaptabilidade, de Darwin, no sentido de que é o processo pelo qual o indivíduo busca formas de sobreviver e se destacar no meio. Por outro lado, envolvem, também, os aprendizados limitantes. Podemos nos referir a Pavlow e Skiner, além de mencionar os processos de habituação e sensibilização, da neurociência, como sistemas de condicionamento comportamental para ações e reações contextuais.

NEURO: reporta-se ao sistema nervoso, ao cérebro (seu disco rígido, HD Neural), que é o berço da mente (programas mentais, mapa mental – modelo mental, crenças, valores, etc.) e todos os sentidos da percepção (os periféricos: Visão e Audição e Cinestesia: Olfato, paladar e Tato — VAC, mais a propriocepcia).

N — envolve toda a maquinaria neurológica e seus canais de entrada, os sentidos, o processamento, a gravação e eliciação da informação, que formam a mente dentro do cérebro. Falando em neurociência podemos pensar no circuito de Papez e a formação de memórias.

LINGUÍSTICA: refere-se às diversas linguagens usadas na percepção, codificação e decodificação das informações do meio ambiente: sinais, gestos, tons, sons, imagens, cheiros, gostos, texturas, expressões, temperaturas, emoções, sensações, sentimentos, etc. Existem, portanto, as linguagens verbais e não verbais e a percepção sensorial externa e interna. (Como visto em É quase meia noite e O que acaba de acontecer?).

L — implica os significados que a pessoa dá, consciente e inconscientemente, ao que acontece com os sinais que recebe, sejam eles através de seu corpo ou de expressões externas, como expressões faciais, e gestuais. Uma pessoa que sente a face corar quando é elogiada pode dizer que isso é sentir-se envergonhada, alguém que vê outra pessoa fazer o sinal de Ok unindo o indicador e o polegar, pode pensar que a pessoa é obscena. Isso quer dizer que cada pessoa tem seu modelo de mundo, seu modelo mental e é esse modelo que a guia pelo mundo, bem ou mal.

Hoje a PNL é difundida mundialmente e aplicada com sucesso em todas as áreas de atuação humana. Ela oferece escolhas, apresenta alternativas de ação, aponta o caminho para eliminar programas mentais ineficazes e possibilita a criação de novas estratégias mentais e comportamentais.
No Brasil (infelizmente) criou-se vários tipos de PNL, uns mais esotéricos, outros mais sensacionalistas e alguns poucos mais técnicos.
Aqui você está lidando com a PNL científica, através da qual se consegue resultados, porém, com conhecimento, pesquisa, dedicação e trabalho.
As técnicas da PNL são apenas uma pequena parte do processo, isoladas do conhecimento sobre a formação da experiência e seus contextos, possuem pouca ou nenhuma eficácia. No entanto, associadas ao entendimento do que acontece com cada pessoa e qual o impacto de suas experiências internas sobre seu comportamento, é a mais eficiente das metodologias comportamentais.

 

Como se dá o aprendizado comportamental?

O que é comportamento:

O comportamento consiste em padrões no tempo. Esses padrões podem ser formados por movimentos, vocalizações ou mudanças na aparência, como a mudança de cor quando nos envergonhamos. A expressão “padrões no tempo” pode até mesmo incluir o ato de pensar. Ainda que não possamos observar diretamente o pensamento de uma pessoa, há técnicas de monitoramento de mudanças na atividade elétrica e bioquímica do cérebro, que podem estar associadas ao pensamento. Portanto, pensar também forma padrões no tempo.

Uma definição mais simples de comportamento é: qualquer tipo de movimento de um organismo vivo. Tais movimentos estão limitados àqueles que conseguimos de alguma maneira ver e medir. Para distinguir os movimentos de um organismo vivo dos movimentos de outras coisas, como uma folha caindo ou as ondas batendo na praia – eventos da natureza –, podemos salientar que os movimentos de um organismo vivo têm tanto uma causa quanto uma função.

Adaptado de Kolb, Bryan e Whislaw Q. Ian – Neurociência do Comportamento – Mamole – 2002 – pág. 6).

O comportamento pode ser herdado neurologicamente dentro de uma espécie ou aprendido apenas por alguns membros dela. Se todos os membros de uma espécie apresentam a mesma resposta a determinado estímulo em dado contexto, presume-se que se trata de um comportamento executado como uma função herdada do sistema nervoso desse organismo, que foi designada para gerar aquele comportamento. Entretanto, se cada membro dessa espécie, diante do mesmo estímulo e contexto, apresenta um comportamento diferente, trata-se, possivelmente, de um comportamento aprendido.

 

Complexidade comportamental e Aprendizagem:

A complexidade comportamental está relacionada à capacidade de aprendizagem de um animal e isso representa a capacidade de interação desse animal com seu ambiente. O comportamento de uma espécie é proporcional em termos de complexidade ao seu sistema nervoso. Geralmente animais com sistemas nervosos mais simples e menores apresentam variedade comportamental restrita e, consequentemente, menor grau de flexibilidade de reações ambientais.

É importante salientar que por interação ambiental entende-se a capacidade de um organismo em se adequar ao meio e, com isso, ampliar suas possibilidades de sobrevivência. Entretanto, vale definir sobrevivência em dois aspectos diferentes:

O primeiro diz respeito a adequar ou adaptar-se. Não, necessariamente, de forma passiva, um contraexemplo disso foi o desenvolvimento das ferramentas pelo homem primitivo. Possivelmente aqueles povos que não foram capazes de desenvolver tecnologias como ferramentas e abrigos não sobreviveram. O segundo é em termos de evolução, que é um processo longo, de milhares ou de centenas de milhares de anos, tanto para o desenvolvimento cerebral, quanto para o comportamental. A linguagem é um exemplo dessa evolução. É a nossa mais moderna característica de diferenciação com outros animais.

 

Seres humanos, complexidade cerebral e capacidade de aprendizagem:

Os seres humanos acreditam ser a espécie animal com maior complexidade comportamental. Portanto, com o mais complexo e maior sistema nervoso central (encéfalo), proporcionalmente ao tamanho do corpo.

Essas particularidades conferem aos humanos maior capacidade de aprendizagem e maior variabilidade comportamental. Por outro lado, acredita-se que os humanos possuem o mais eficiente sistema de consciência. O que lhes confere a capacidade de entender o próprio comportamento, relacioná-lo às emoções, dar significados a elas e contextualizar tais conjuntos aos contextos e agregar a isso um sistema de regulação do comportamento. Por exemplo, ficar “fulo” com alguém e regular a vontade de “agredir” essa pessoa, trocando o comportamento pretendido por outro mais aceitável socialmente naquele contexto.

Essa regulação nem sempre é possível ou, quando o é gera grande carga de estresse à pessoa. Por isso ela, por exemplo, recorre ao coaching e à PNL ou a outro tipo de ajuda, como a psicoterapia, acupuntura, yoga, etc.

 

Comportamentos básicos e modelagem:

Portanto, todo comportamento é o resultado de um aprendizado, e esse aprendizado é capturado através da percepção sensorial, através dos cinco sentidos, processado e armazenado pelo cérebro através das memórias, cujo conjunto forma o modelo mental, que, por sua vez exige o resgate dessas memórias em função de um determinado contexto — acelerar o passo numa rua escura ao aouvir o caminhar de um suposto agressor.

Quando nascemos, possuímos apenas os comportamentos básicos para a sobrevivência, como o instinto de autopreservação, que nos faz alimentar e nos afastar de algo que nos possa fazer mal, como a ponta do alfinete da chupeta.

Ao passar dos dias, quando nossos sentidos vão-se desenvolvendo e possibilitando a interação com o meio ambiente, passamos a observar as coisas e o comportamento dos que nos rodeiam e iniciamos o aprendizado. Esse processo de aprendizado é denominado de modelagem, pois pegamos, sem julgar se são bons ou ruins, modelos comportamentais das pessoas que nos cercam: pais, irmãos, professores, colegas, etc.

O meio não determina o comportamento, mas o influencia substancialmente. É um processo complexo o do aprendizado comportamental, mas, de um modo simplificado, podemos dizer que todo comportamento é aprendido através da interação dos sentidos com o meio e do processamento das informações coletadas, armazenadas pelo cérebro — memórias —, que ao serem eliciadas geram comportamentos contextuais.

Todo comportamento obedece ao padrão: pensamento gera sentimento, que gera comportamento, que gera resultado, que gera pensamento que gera sentimento, que gera comportamento, que gera resultado…

O comportamento pode ser produtivo ou improdutivo, contextualmente. Pode ser satisfatório ou não, para o indivíduo e isso não define bom ou ruim em si. Um comportamento pode ser bom num contexto e ruim noutro. Ao coletar, processar e armazenar as informações que produzirão os comportamentos, o cérebro utiliza uma linguagem particular, a linguagem neurosensorial.

O modelo mental — memórias — forma uma espécie de “Mapa Cognitivo” que guia a pessoa pela vida, ajustando seus comportamentos aos contextos, com decisões baseadas no acervo de suas experiências pessoais. A cultura, crenças e valores do indivíduo influenciam a maneira como suas decisões comportamentais são tomadas.

 

O que é a linguagem sensorial?

A percepção sensorial: Ver (Visual), Ouvir (Auditivo) e Sentir (Cinestésico = Olfato, Paladar e Tato) é a porta de entrada de informações para o cérebro humano. Cada um dos cinco sentidos opera utilizando um código particular, tanto na coleta das informações, como no processamento e arquivamento das mesmas — o cérebro possui áreas especializadas em cada um dos sentidos e cada área lida com a sua porção de um pacote de informações. Esse código de processamento cerebral usa os cinco sentidos como perceptores do meio ambiente e também como mecanismo de leitura interna dos arquivos mentais, gerando assim os comportamentos da pessoa.

 

Como os sentidos conversam com o cérebro?

O cérebro não lida diretamente com as informações como nós as percebemos pelos sentidos. Ao captar uma imagem, o olho envia impulsos elétricos para o cérebro; o ouvido percebe as ondas sonoras e as converte em impulsos elétricos que são enviados ao cérebro; os sensores olfativas, gustativos e táteis fazem o mesmo. Os caminhos de cada órgão sensorial até o cérebro são denominados de vias.

Ao receber esses impulsos, em áreas especializadas, o cérebro os converte em processos químicos, os neurotransmissores e só então cria os traços de memória.

Quando lembramos de um fato somos capazes de “ver” as imagens em nossa mente, “sentir” cheiros, texturas e “experimentar emoções” associadas a esse fato. Isso significa que o cérebro lida com a informação utilizando uma linguagem especial, sensorial. Todos os nossos comportamentos são produzidos através dessa linguagem, na percepção da informação no mundo externo, no processamento cerebral, no arquivamento das informações na memória e ao buscarmos esses arquivos através da lembrança estamos lidando com uma linguagem neurosensorial exclusiva.

Nós não temos consciência de todas as informações a que somos expostos e nem prestamos atenção às frações particulares de cada sentido. Muitas vezes só temos uma imagem, ouvimos uma voz interna ou experimentamos um sentimento. A PNL possui procedimentos e técnicas que facultam identificar e detalhar esse processo e utiliza as variedades da linguagem sensorial para promover mudanças significativas no comportamento, além de facultar o desenvolvimento de novos aprendizados comportamentais.

 

Qual a diferença entre cérebro e mente?

O Cérebro:

O cérebro é um órgão físico do corpo, é uma massa mole, com consistência gelatinosa que, mesmo funcionando a todo vapor, não possui nenhum movimento. Se você pudesse pegar o seu cérebro e apertá-lo, uma massa cinzenta sairia por entre seus dedos. O cérebro é a parte perceptível, é o magnífico computador biológico. A evolução física do cérebro é muito lenta. O córtex, nossa última evolução cerebral, tem 4 milhões de anos. De lá para cá, nenhuma evolução física, anatômica e funcional perceptível ocorreu.

O cérebro possui divisões ou áreas: tronco encefálico, cerebelo, córtex, hemisférios, lobos, giros, sulcos, centros da visão, da audição, etc. Os neurônios são as principais células do sistema nervoso e funcionam por estimulação elétrica e química, para condução de informações — impulsos nervosos — através da formação de sinapses, nas quais ocorre a ativação e transferência dos neurotransmissores, aminoácidos, aminas e peptídeos.

Em termos de estrutura (área física, bulbo, hipocampo, amígdala, etc.) e função (atividades específicas, como controle da temperatura corporal, estado de vigília, etc.) o cérebro é universal.

A ciência é, ainda, incipiente acerca do cérebro. Mas o que conhecemos nos dá uma dimensão de como é espetacular esse mecanismo que carregamos entre as orelhas. Por isso o cérebro representa o hardware. Ele, só, não faz muita coisa.

 

A Mente:

A mente, ao contrário do cérebro, que você pode pegar, apertar, espremer, é algo fluido, incolor, inodoro e impalpável. A mente é a parte software do nosso cérebro. Por isso mesmo, sua evolução é rápida e constante. A mente é altamente adaptativa. Nós nos adaptamos de forma surpreendentemente a culturas diferentes, podemos nos virar no Himalaia, no deserto, na Floresta Amazônica, na orla marítima, em Nova Iorque, Belo Horizonte, São Paulo, Araçuaí e qualquer lugar. Isso, porque nossa mente se desenvolveu como um software, capaz de gerar um conjunto fenomenal de adaptações para operar e se articular de acordo com o contexto em que estivermos inseridos. Nossa história pessoal, nossas experiências são códigos fonte de nossos comportamentos, a base da nossa mente.

A mente é capaz de proporcionar um esboço rápido da realidade em que cada um de nós se encontra e guiar a ação.

 

Síntese: Cérebro e Mente:

O cérebro é uma máquina, um computador biológico. A mente é constituída de programas mentais que vão-se agrupando e formando o acervo de aplicativos, com os quais a pessoa lida com as imprevisibilidades da vida. Podemos dizer que o cérebro já nasce com um sistema operacional e que, ao longo da vida, através das suas experiências, a pessoa vai instalando os outros programas — sua mente, seu Modelo Mental — dos quais precisa para operar em diversos contextos.

A PNL possíbilita o acesso ao “código fonte” do Modelo Mental e assim permite proceder correções, modificações e aprimoramento em comportamentos “instalados”, comporta desinstalar programas maliciosos que atuam como vírus, além de permitir o desenvolvimento e “instalação” de novos comportamentos e habilidades, através de aprendizados mais produtivos.

 

O cérebro triuno: três cérebros em um

Em 1960 o neurocientista americano, Paul MacLean, formulou a teoria do cérebro trino, publicada em 1990 no livro The Triune Brain in evolution: Role in paleocerebral functions. A teoria propõe que durante o processo evolutivo o cérebro humano se construiu por três camadas — Complexo Reptiliano, Sistema Límbico e córtex cerebral ou Neocórtex —, de dentro para fora, formando unidades funcionais distintas em cada estágio evolutivo. Veja detalhes abaixo.

Outro americano, o neuropsicólogo, Roger Wolcott Sperry, ganhou o prêmio Nobel em 1981 pelo trabalho de investigação dos hemisférios cerebrais, definido por MacLean como o cérebro pensante que nos diferencia dos outros animais. A teoria de Sperry demonstrou que os hemisférios funcionam separados em termos de processamento de informações especializadas, mas se tornam simultâneos através do corpo caloso, que os conecta.

 

MacLean e Sperry: o cérebro integral

As pesquisas de MacLean e Sperry permitiram compreender melhor como as partes que formam o todo do cérebro funcionam para gerar o comportamento.

Além dos três cérebros defendidos por MacLean diversas pesquisas confirmam que o cérebro é dividido em muitos centros ou áreas especializadas. Abordaremos as cinco áreas contidas nas duas pesquisas de MacLean e Sperry:

Usaremos uma metáfora zoológica para ilustrar cada uma das áreas do cérebro triuno. A primeira parte do título de cada parte é a denominação científica, a segunda, a metafórica, por exemplo: Sistema Reptiliano (denominação científica), Tubarão interior (denominação metafórica).

Aproveite e aprenda a domar seus animais interiores e a utilizar melhor o potencial de seu cérebro e da sua mente.

 

Sistema Reptiliano, seu Tubarão interior

O Cérebro Reptiliano ou Complexo Reptiliano é responsável pelos comportamentos de agressividade e desempenha papel importantíssimo na demarcação territorial, no ritual e no estabelecimento da hierarquia social. Esse complexo cerebral é uma herança dos répteis mais arcaicos e é responsável, dentre outras atribuições, pelas reações instintivas. Lutar ou correr, matar ou morrer e cuidar da autopreservação são atribuições dessa parte mais antiga do cérebro humano.

Dentre os répteis mais antigos, como crocodilos, lagartos primitivos e serpentes, a comunicação é totalmente corporal. Pela posição de um desses répteis é possível saber o que ele está prestes a fazer, se atacar ou correr, ou, às vezes, ser indiferente. Repare uma cobra afoita ao bote e quando em estado normal. Toda a comunicação réptil é praticamente corporal.

Metaforicamente, para representar essa parte do cérebro, nomeia-se o tubarão que, dos animais primitivos, é o que melhor se saiu. O tubarão —apesar de não ser réptil, é o que melhor representa essa área instintiva — é um triturador, um animal cuja força de destruição é espantosa. Ele é cem por cento instinto, não há nada de emoção, nada de razão nele, somente instinto. É o representante mais fiel do largar ou pegar, matar ou morrer, encarar ou fugir.

Na comunicação humana, o Sistema Reptiliano é responsável pela parte não-verbal mais imediata — são aproximadamente dois segundos de contato para se fazer um julgamento sobre a outra pessoa — baseando-se apenas no aspecto não-verbal da comunicação. Essa parcela da comunicação humana equivale a 55% (cinquenta e cinco por cento) da comunicação. O seu tubarão interior só faz uma pergunta: gosto ou não gosto? Sim ou não?

Todas as pessoas possuem seus tubarões internos, que funcionam como porteiros da comunicação humana. Se a resposta à pergunta acima for gosto, tudo bem. Se for não, o contato já está cortado e pronto. Aquele dito popular que nossos avós entoavam e que dizia “meu anjo da guarda não foi com o de fulano” era, na verdade, uma resposta do tubarão interior dizendo: “Não gosto.”

 

Sistema Límbico, seu Gato interior

As emoções são atribuições do Sistema Límbico que também é o responsável pelo cuidado com a prole e pela perpetuação da espécie. Assim, afetividade, carinho, raiva, ciúmes e humor estão localizados no cérebro límbico. A hipófise, uma glândula que influencia outras glândulas e domina o sistema endócrino, dá uma indicação precisa da influência do cérebro límbico nas emoções humanas. A amígdala, outra componente dessa área cerebral, tem implicações importantíssimas nas questões de agitação, repulsa e medo.

O hipocampo é uma das áreas do sistema límbico responsável pelo córtex olfativo, guardião pela mais obsedante qualidade de sobrevivência humana. Não é gratuita a predominância da memória olfativa sobre outros estímulos sensoriais. Ela está ligada às emoções mais profundas da psique humana. A herança do sistema límbico advém dos mamíferos superiores. Os inventores do amor. Alguns animais concentram a maior parte da atração sexual aos odores liberados antes e durante a corte. Assim, o cérebro límbico é o responsável pelas sensações e emoções, pelas entonações de voz, etc. Preste atenção aos sons emitidos por animais em acasalamento. Cães, bovinos, equinos e, nós humanos, inclusive, mudam tonalidades sonoras antes, durante e depois do acasalamento.

Seguindo com a metáfora zoológica, o Sistema Límbico pode ser representado pela figura do gato. O gato possui um jeito todo especial de gostar, ele tem variáveis amplas de medir seus sentimentos, gostar pouco, gostar apenas, gostar muito e assim por diante. Ele é muito mais refinado do que o tubarão. Além de prestar atenção à parte não verbal, o gato aprecia sons e sensações. Na comunicação humana, o gato interior avalia uma gama maior de aspectos para então definir os parâmetros do gostar… Uma pessoa pode conviver com uma situação desconfortável no todo, mas peculiar nalguma dimensão. Casais em separação iminente e conflitante suporta um ao outro, por exemplo, devido aos filhos ou a um padrão de vida possível somente se estiverem juntos. O gato é tendencioso e temperamental, ele gosta da situação e não do dono…

Essa parte da comunicação humana, relacionada com as qualidades sonoras, vocais, equivale a 38% (trinta e oito por cento) da comunicação.

 

Neocórtex, seus pássaros interiores

O córtex cerebral, a parte superior, a camada exterior do cérebro é o cérebro, que abriga funções genuinamente humanas, como definiu MacLean. Nesta “casca” estão abrigadas funções como a da fala, da escrita, do raciocínio lógico e da criatividade. Nessa área são processadas as funções relacionadas ao saber e ao criar. O córtex é a parte mais jovem do nosso cérebro.

Prever o futuro, fazer planos tem o seu preço: a ansiedade. Assim, esse é um privilégio genuinamente humano. Os centros da visão, da audição estão localizados no córtex e os mecanismos que possibilitam a conexão de estímulos visuais e auditivos se localizam no lobo temporal. Os dois hemisférios cerebrais são separados pelo corpo caloso, uma estrutura de aproximadamente 300 milhões de fibras nervosas, responsável pela ligação bilateral. Esse feixe de fibras é como uma central telefônica que transmite informações de um hemisfério para o outro. Sua função é promover o equilíbrio das descargas elétricas nos hemisférios cerebrais e fazer a conexão entre as várias partes do encéfalo.

Parte do trabalho de Sperry está relacionado a cirurgias em pacientes epilépticos, através da separação dos hemisférios por de seccionamento do corpo caloso. A cirurgia foi um sucesso na eliminação de convulsões epilépticas, mas privou os pacientes de coisas simples como abotoar a camisa ou reconhecer uma palavra e associá-la ao objeto a que se referia. Esta pesquisa abriu grande volume de experimento e colocou a discussão sobre a especialização dos hemisférios sob os holofotes da ciência.

O lado direito do corpo é controlado pelo hemisfério cerebral esquerdo e o lado esquerdo do corpo obedece ao hemisfério direito. Esse sistema de cruzamento só não é válido para a visão, pois cada olho faz conexão simultânea com os dois hemisférios cerebrais. O sentido da audição é tendencioso, cada ouvido envia mais informações para o seu respectivo hemisfério e menos para o outro. Já as narinas enviam informações apenas para seu hemisfério correspondente. Concluindo a metáfora dos bichos, o Neocórtex caracteriza-se por dois pássaros:

 

Hemisfério Direiro, sua Águia interior

A águia é uma ave de rapina, de hábitos diurnos. É o símbolo da figura imponente, possui agudeza de vista e vôo poderoso, caracteriza pessoa de alto engenho ou de grande perspicácia. A águia representa o hemisfério direito por várias razões: é um animal de hábitos esmerados, de grande habilidade e flexibilidade, além de apresentar excelente precisão em seus botes.

A águia constrói seu ninho no alto do despenhadeiro, tanto como uma forma de defesa, como de estratégia de facilitação no treino do vôo dos filhotes. A estratégia da caça é uma habilidade da águia, que seleciona sua presa, detectando seu estado de saúde, seu tamanho e a posição exata em que a presa se encontra em relação a ela. Se, durante a preparação do bote a presa se mexe e coloca em risco o acerto do arrebate, a águia retrocede e refaz sua estratégia.

O lado direito do cérebro processa as informações relacionadas às atividades artísticas, canto, e música, sensibilidade de cores, criatividade, flexibilidade, imagens, relações espaciais, abertura de aprendizagem, linguagem neurológica — Visualês — Auditivês — Cinestês.

Essa linguagem sensorial funciona como um sub idioma da língua falada, ela define preferências subliminares do falante, que a PNL descobriu e utiliza como instrumento de catalização da comunicação verbal eficaz. Além de ações espaciais – noção de espaço, rumo e localização — representa o pensamento sistêmico, digital, onde várias ações acontecem ao mesmo tempo em paralelo. É o nosso lado intuitivo. Se operarmos somente com o lado direito do cérebro não seremos capazes de lidar com números, dinheiro e operações que envolvam a lógica, a linguagem estruturada, muito menos associar os nomes às coisas e isso seria muito danoso ao nosso comportamento.

Veja a águia. Ela transmite um certo quê de força, de poder…

 

Hemisfério Esquerdo, sua Coruja interior

A coruja é uma ave de rapina, de hábitos noturnos. É tida como representante do saber, da inteligência, da linguística, lógica e da matemática. A coruja representa o hemisfério esquerdo por várias razões: é um animal de hábitos repetitivos. Dorme no mesmo local, na mesma posição, é muito rígida na sua conduta.

O lado esquerdo do cérebro processa as informações relacionadas à linguagem articulada, ao raciocínio lógico, matemático, analítico, escrita à mão, linguagem, leitura, fonética, localização de fatos e dados, conversação, tudo que acontece numa ordem específica e sequencial. Representa o pensamento analógico, onde cada ação ocorre de uma vez. É o nosso lado racional. Se operarmos somente como o lado esquerdo do cérebro não veremos cores e nem experimentaremos emoções, pois essa área coordena a parte mais lógica e formal do nosso comportamento.

Veja a coruja. Ela tem expressões? Não. É a mesma cara de sempre, distante e fria. Porém metódica.

Ao neocórtex é atribuído o percentual restante da comunicação humana, que é de 7% (sete por cento), que representam as palavras, os símbolos linguísticos e seus significados.

Bem-vindo ao espetacular universo do cérebro e da PNL. Aqui no IBGA, você encontra o que há de mais completo em aprendizado e utilização dessa ciência da comunicação e do comportamento humano.

 

Aplicações da PNL

A PNL é a ciência que desenvolve processos de aprendizado, que proporcionam ao homem definir e direcionar o seu acervo de experiências para um patamar de resultados pertinentes ao sucesso individual.

É possível ao homem redefinir seus horizontes de modo mais harmônico e eficiente. Por isso, a PNL é definida como “o manual de utilização do cérebro”.

A PNL é a ciência do Aprender a Aprender. É a chave para o autoconhecimento com metodologia que permite a você avaliar sua vida em cada dimensão, descobrir suas fragilidades e potencialidades e, de posse desse resultado, estabelecer objetivos, desenvolver habilidades e comportamentos para alcançar suas metas e buscar a excelência pessoal e profissional.

Você agora pode descobrir mais sobre seu cérebro, aprender como aprender novos comportamentos de forma consciente e saber como modificar aqueles que precisam de ajustes.

Agora você tem a tecnologia para fazer a sua mente se tornar uma aliada poderosa em direção aos seus objetivos e metas. Veja apenas algumas das inúmeras aplicações da PNL.

A PNL pode ser utilizada por pessoas de todas as idades e nos mais diversos contextos pessoais e profissionais. O que faz a diferença sobre os resultados é o preparo e a experiência de quem auxiliará você nesta jornada. Conte sempre com a equipe do IBGA para ampliar suas possibilidades:

Pessoal: todos nós temos comportamentos dos quais gostamos, outros que detestamos e dos quais não conseguimos nos livrar. E há ainda o desenvolvimento de alguma habilidade comportamental que almejamos, mas não sabemos como.

A PNL possibilita trabalhar todas essas dimensões. A sua utilização pode ser através de cursos, onde se aprende a auto aplicação dos procedimentos e técnicas para correções, aperfeiçoamento e desenvolvimento comportamental ou através do Coaching com a PNL, no qual o coach aplica os procedimentos e técnicas após fazer um criterioso levantamento sobre aquilo que você tem em seu comportamento e não gosta e o planejamento para desenvolver habilidades e comportamentos que você gostaria e ainda não tem. Depois disso as técnicas são utilizadas para que aquilo que foi definido O que fazer seja possível através do Como tornar os planos em ações comportamentais.

Família: a PNL se torna um instrumento eficaz na condução da educação dos filhos, nos relacionamentos e na comunicação do casal e de todos os componentes da família. Numa família em que se utiliza a PNL, o potencial é elevado a níveis altíssimos de performance e satisfação. Isso vai se refletir na escola, na sociedade e na vida profissional de todos os familiares.

Faça contato com o IBGA e descubra como sua família pode se beneficiar das ferramentas da PNL.

Profissional: o aprendizado hoje deve ser instantâneo, para que se possa acompanhar a evolução tecnológica estratégica do mercado. O profissional que investe em seu desenvolvimento comportamental faz jus às melhores oportunidades.

A PNL é a ferramenta para, efetivamente, promover mudanças comportamentais e desenvolver novas habilidades, compatíveis com as estratégias da organização e as demandas do mercado, além de ser uma excelente estratégia para o desenvolvimento do seu Plano de Carreira.

Habilidades como liderança, capacidade de falar em público, de conduzir reuniões, de saber lidar com situações estressantes são mais importantes nas empresas do que o próprio currículo técnico.

O profissional, seja ele de que área for, que lançar mão dos princípios e procedimentos da PNL, estará a frente de seu tempo e será um profissional de destaque.

O IBGA oferece várias opções profissionais, incluindo cursos, programas de coaching e planejamento de carreira que farão a diferença no seu potencial, e você ainda pode dispor de muitos outros meios para utilizar a PNL em sua vida.

Treinamentos empresariais: Pesquisas recentes indicam que entre os maiores problemas organizacionais estão os relacionados à comunicação e os relacionamentos, tanto interna como externamente à organização. Milhões são perdidos devido a estes problemas, às vezes invisíveis.

Investimentos em Treinamento e Desenvolvimento poderiam ampliar seu retorno sobre investimento, tornando as estratégias de qualificar, treinar e desenvolver pessoas mais eficientes e rápidas. Isso porque as maiores barreiras para a implementação prática de novas práticas não estão nos processos e sistemas, mas sim nos comportamentos e paradigmas das pessoas.

De acordo com um artigo publicado no Harvard Business Review, apenas 10% da população possui o que é denominado como uma mentalidade de aprendizado. Essas são as pessoas que aprendem com prazer e aplicam seus aprendizados.

Os 90% restantes somente buscam meios de aprendizado em situações compulsórias, como os treinamentos corporativos. E isso não assegura que ao participar de um programa qualquer estas pessoas realmente serão capazes de aprender.

Qual é o ROI dos treinamentos de sua empresa? Quais os indicadores efetivos sua empresa utiliza para medir o quanto seus treinamentos modificam o comportamento e as habilidades de seus funcionários? Qual é o grau de satisfação e valorização dos funcionários em relação aos treinamentos?

A PNL é a ferramenta comportamental mais eficiente na atualidade. Sua estrutura ecológica e ética permite que todas as pessoas — independentemente de suas crenças, princípios e valores — possam participar de um treinamento e se alinharem com os objetivos almejados.

As técnicas da PNL podem oferecer ao profissional da área de T&D ou aos gestores setoriais um instrumental variadíssimo que vai acelerar resultados, diminuir cargas horárias estafantes e transformar os programas de treinamento e desenvolvimento em verdadeiros centros de aprendizado e prazer.

O mais elegante de tudo isso é que, num treinamento em que se utiliza a PNL, o direcionamento é sempre para resultados mensuráveis, na sua aplicabilidade, na vida prática e, principalmente, particular de cada treinando. Afinal, uma pessoa melhor é um profissional melhor, o contrário nem sempre é verdadeiro.

Ao utilizar a PNL como ferramenta em seus programas de T&D, a empresa cria um vínculo entre os objetivos corporativos e os objetivos individuais dos participantes.

Consulte o IBGA e saiba como sua empresa pode aumentar significativamente o retorno do investimento feito em T&D.

Esportes: a PNL já mostrou o seu potencial. O tenista Guga foi um dos maiores usuários desta tecnologia como ferramenta de potencialização, tanto no sentido de eliminar os comportamentos ineficazes, quanto para desenvolver o autocontrole e estratégias eficazes de operação na quadra. Muitos outros atletas e equipes a utilizam de maneira estratégica, de forma individualizada ou envolvendo todo o grupo.

A PNL pode ser uma ferramenta muito poderosa para técnicos, atletas e amantes de qualquer modalidade esportiva que desejam alcançar a excelência em seu esporte preferido: motivação, disciplina, determinação e o bom estabelecimento de objetivos fazem a diferença na performance de um atleta, além de que um excepcional equilíbrio emocional é determinante para o sucesso.

O IBGA oferece consultoria e programas específicos de aplicação da PNL em atividades esportivas. Faça contato.

Educação: É cientificamente comprovado que cada pessoa aprende de uma maneira peculiar. Mas isso não significa que a educação tenha que ser individualizada, mas sim que os processos de aprendizagem sejam mais importantes do que o ensino em si. Para a PNL não há problemas de aprendizagem, mas sim de “ensinagem”.

O aprendizado se dá através da interação da linguagem de uma forma mais ampla. O método oral-visual está esgotado, principalmente diante das novas gerações.

A PNL permite ao professor (e também ao aluno) o estudo multissensorial, permitindo detectar estratégias de aprendizagem excelente. Essas estratégias de aprendizado, baseadas na comunicação verbal e não verbal, permitem tanto a alunos quanto aos professores flexibilizar seus comportamentos e tornar o aprendizado um exercício de evolução e crescimento bidirecional.

Como nas salas de aula há uma diversidade enorme de padrões de aprendizado e percepção, o domínio das ferramentas da PNL tornam-se essenciais a todos os profissionais do ensino.

O IBGA desenvolve e aplica programas para professores, alunos e oferece consultoria para estabelecimentos de ensino que desejam inserir a PNL em suas atividades, como diferencial no processo de aprendizagem. Informe-se.

Coaching e Saúde: Apesar da evolução tecnológica nas áreas da medicina e odontologia muitos de sues profissionais enfrentam problemas com seus pacientes que serão facilmente resolvidos com a utilização da PNL. Medo de dentista, cirurgias plásticas bem realizadas mas que frustam o paciente, medo da morte ou da doença podem fragilizar programas de tratamento, etc. Todos esses aspectos estão relacionados às crenças e aos modelos mentais dos pacientes que se bem orientados podem superar estas limitações e ampliar os resultados profissionais.

No coaching a PNL é ferramenta definitiva para os resultados. Pelo menos sete em cada dez ofertas de programas de coaching ou de cursos de formação dizem utilizar a PNL como ferramenta de mudança comportamental e dois em cada dez que não diz o faz.

O profissional que atua com ajuda no cuidado com a saúde e o bem estar das pessoas, como médicos, enfermeiros, terapeutas, fisioterapeutas e coaches encontram na PNL o instrumental mais eficiente para atuar no ponto decisório de seus clientes, o modelo mental.

O IBGA oferece treinamentos e consultoria para profissionais e empresas desses segmentos. Solicite a visita de um consultor.

 

Histórico da PNL

A Programação Neurolinguística – PNL foi descoberta e sistematizada originalmente por Richard Bandler, matemático e expert em informática, e John Grinder, especialista em linguística e gramática transformacional, na Universidade de Santa Cruz, Califórnia, em meados de 1970. Eles observaram que a diferença entre uma pessoa que produz sucesso e outra que não produz é meramente operacional. Ou seja, o que faz a diferença é a maneira como a pessoa faz suas conexões neuroassociativas, para gerar resultados comportamentais.

Sucesso, em termos de definição da PNL é tudo aquilo que a pessoa ou organização gostaria de realizar. Sucesso é apenas uma denominação para especificar se um objetivo foi alcançado ou não. Portanto, pela perspectiva da PNL o sucesso depende do objetivo ser bem especificado e as estratégias comportamentais serem eficientemente aplicadas no curso das etapas entre o planejamento e a ação.

Posteriormente, muitos alunos de Bandler e Grinder fizeram e estão fazendo contribuições úteis e importantes no campo de pesquisa e desenvolvimento da PNL, que está crescendo e se expandindo rapidamente por todo o mundo.

As pesquisas no campo da PNL envolveram a observação de padrões comportamentais e linguísticos de pessoas de destaque em várias áreas de atuação: terapia, negócios, comunicação, vendas, medicina, treinamento, hipnose, etc.

O mapeamento desses padrões permitiram o desenvolvimento de técnicas de modelagem da excelência humana, o que, hoje, permite reproduzir em qualquer pessoa, usando seus princípios e valores, comportamentos que outras realizam intuitivamente. Isso elimina o aprendizado por tentativa e erro e introduz no sistema de desenvolvimento humano um método de aprendizado sistemático, direcionado para o acerto e o prazer da eficácia e do sucesso.

A história da PNL é a história de uma sociedade improvável que criou uma inesperada sinergia que resultou em um mundo de mudanças. No início dos anos 70, o futuro co-fundador da PNL, Richard Bandler, estudava matemática na Universidade da Santa Cruz, na Califórnia, EUA. No princípio, ele passava a maior parte do seu tempo estudando computação.

Inspirado por um amigo de família, que conhecia vários dos terapeutas inovadores da época, ele resolveu cursar psicologia, mas desistiu por discordar da abordagem que enfocava o passado, valorizava o problema e dava pouca atenção à solução. “Um matemático não busca compreender o problema, ele o soluciona”, era seu modo de pensar.

Após estudar cuidadosamente alguns desses famosos terapeutas, Bandler descobriu que, repetindo totalmente os padrões pessoais de comportamento deles, poderia conseguir resultados positivos similares com outras pessoas. Essa descoberta se tornou a base para a abordagem inicial de PNL, e tornou-se conhecida como a Modelagem da Excelência Humana.

Depois, ele encontrou outro co-fundador da PNL, o dr. John Grinder, professor adjunto de linguística. A carreira de John Grinder era tão singular quanto a de Richard. Sua capacidade para aprender línguas rapidamente, adquirir sotaques e assimilar comportamentos tinha sido aprimorada na Força Especial do Exército Americano, na Europa, nos anos 60 e depois, quando membro dos serviços de inteligência em operação na Europa. O interesse de John pelo comportamento alinhava-se com o objetivo básico da linguística — revelar a gramática oculta no pensamento e na ação.

Descobrindo a semelhança de seus interesses, eles decidiram combinar os respectivos conhecimentos de computação e linguística, junto com a habilidade para copiar comportamentos não-verbais, com o intuito de desenvolver uma “linguagem de mudança”.

No começo, nas noites de terça-feira, Richard Bandler conduzia um grupo de terapia Gestalt, formado por estudantes e membros da comunidade local. Ele usava como modelo o seu fundador iconoclasta, o psiquiatra alemão Fritz Perls. Para imitar o dr. Perls, Richard chegou a deixar crescer a barba, fumar um cigarro atrás do outro e falar inglês com sotaque alemão.

Nas noites de quinta-feira, Grinder conduzia um outro grupo usando os modelos verbais e não-verbais do dr. Perls, que vira e ouvira Richard usar na terça. Sistematicamente, eles começaram a omitir o que achavam ser comportamentos irrelevantes (o sotaque alemão, o hábito de fumar) até descobrirem a essência das técnicas de Perls — o que fazia Perls ser diferente de outros terapeutas menos eficazes. Haviam então, iniciado a disciplina de Modelagem da Excelência Humana. Encorajados por seus sucessos, eles passaram a estudar uma grande terapeuta, uma das fundadoras da terapia de família, Virginia Satir, e o filósofo inovador e pensador de sistemas, Gregory Bateson. Richard reuniu suas constatações originais na sua tese de mestrado, publicada mais tarde como o primeiro volume do livro The Structure of Magic. Bander e Grinder tinham-se tornado uma equipe, e as suas pesquisas continuaram a ser feitas com determinação.

O que os diferenciava de muitas escolas de pensamento psicológico alternativo, cada vez mais numerosas na Califórnia naquela época, era a busca da essência da mudança realmente eficaz e mensurável.

Quando Bandler e Grinder começaram a estudar pessoas com dificuldades variadas, observaram que todas as que sofriam de fobias pensavam no objeto de seu medo como se estivessem passando por aquela experiência no momento. Quando estudaram pessoas que já haviam-se livrado de fobias, eles viram que todas elas agora pensavam nesta experiência de medo como se a estivessem vendo acontecer com outra pessoa — uma experiência semelhante a observar um parque de diversões a distância.

Com esta descoberta simples, mas profunda, Bandler e Grinder decidiram ensinar, sistematicamente, pessoas fóbicas a experimentarem seus medos como se estivessem observando suas fobias acontecerem como se fossem uma outra pessoa a distância. As sensações fóbicas desapareceram instantaneamente. Uma descoberta fundamental da PNL havia sido feita: A maneira como as pessoas pensam a respeito de uma coisa faz diferença enorme na maneira como elas a vivenciam e modifica o impacto desse pensamento em suas emoções e comportamentos.

Ao buscar a essência da mudança nos melhores mestres que puderam encontrar, Bandler e Grinder questionaram o que mudar primeiro, o que era mais importante mudar, e por onde seria mais importante começar. Por sua habilidade e crescente reputação, rapidamente conseguiram ser apresentados a alguns dos maiores exemplos de excelência humana no mundo, incluindo o Doutor Milton H. Erickson, M.D., fundador da Sociedade Americana de Hipnose Clínica e amplamente reconhecido como o mais notável hipnotizador do mundo.

Erickson era uma pessoa tão excêntrica quanto Bandler e Grinder. Jovem e robusto fazendeiro de Wisconsin, na década de 1920, ele foi atacado pela poliomielite aos dezoito anos. Incapaz de respirar sozinho, ele passou mais de um ano deitado dentro de um pulmão de aço, na cozinha da sua casa.

Embora para outra pessoa qualquer isso pudesse ter significado uma sentença de prisão, Erickson era fascinado pelo comportamento humano e distraía-se observando como a família e os amigos reagiam uns aos outros, consciente e inconscientemente. Ele construía comentários que provocariam respostas imediatas ou retardadas nas pessoas à sua volta, o tempo todo aprimorando a sua capacidade de observação e de linguagem.

Recuperando-se o suficiente para sair do pulmão de aço, ele reaprendeu a andar sozinho, observando sua irmãzinha dar os primeiros passos. Embora continuasse precisando de muletas, participou de uma corrida de canoagem antes de partir para a faculdade, onde acabou formando-se em medicina e, depois, em psicologia.

Suas experiências e provações pessoais anteriores o deixaram muito sensível à sutil influência da linguagem e do comportamento. Ainda estudando medicina, ele começou a se interessar pela hipnose, indo mais além da simples observação de pêndulos e das monótonas sugestões de sonolência. Ele observou que seus pacientes, ao lembrarem de certos pensamentos ou sensações, entravam naturalmente num estado alterado de consciência, semelhante a um transe, e que esses pensamentos e sensações poderiam ser usados para induzir estados hipnóticos mais profundos. Mais velho, ele se tornou conhecido como o mestre da hipnose indireta, um homem que podia induzir um transe profundo apenas contando histórias.

Na década de 1970, Erickson já era muito conhecido entre os profissionais da medicina e era até assunto de vários livros, mas poucos alunos seus conseguiam reproduzir seu trabalho ou repetir seus resultados. Erickson, frequentemente, era chamado de “curandeiro ferido”, visto que muitos colegas seus achavam que seus sofrimentos pessoais eram responsáveis por ele ter-se tornado um terapeuta habilidoso e famoso mundialmente.

Quando Richard Bandler telefonou pedindo uma entrevista, aconteceu de Erickson atender, pessoalmente. Embora Bandler e Grinder fossem recomendados por Gregory Bateson, Erickson respondeu que era um homem muito ocupado. Bandler reagiu, dizendo: “Algumas pessoas, dr. Erickson, sabem como achar tempo”, enfatizando bem “dr. Erickson” e as duas últimas palavras. A resposta foi: “Venha,quando quiser”, enfatizando também as duas últimas palavras, em especial.

Embora, aos olhos de Erickson, a falta de um diploma de psicologia fosse uma desvantagem para Bandler e Grinder, o fato de esses dois jovens talvez serem capazes de descobrir o que tantos os outros não haviam percebido o deixou intrigado. Afinal de contas, um deles havia acabado de falar com ele usando uma de suas próprias descobertas de linguagem hipnótica, hoje conhecida como um comando embutido. Ao enfatizar as palavras “dr. Erickson, achar tempo”, Bandler havia criado uma frase separada dentro de uma outra maior que teve o efeito de um comando hipnótico.

Bandler e Grinder chegaram à casa-consultório do dr. Erickson, em Phoenix, no Arizona, para aplicar suas técnicas de modelagem, recentemente desenvolvidas, ao trabalho do talentoso hipnotizador. A combinação das legendárias técnicas de hipnotize de Erickson e as técnicas de modelagem de Bandler e Grinder forneceram a base para uma explosão de novas técnicas terapêuticas.
O trabalho deles associado às descobertas de Erickson confirmou que haviam encontrado uma forma de compreender e reproduzir a excelência humana.

Nesta época, as turmas da faculdade e os grupos noturnos conduzidos por Grinder e Bandler estavam atraindo um número crescente de alunos ansiosos por aprenderem esta nova tecnologia de mudança. Nos anos seguintes, vários deles, inclusive Leslie Cameron-Bandler, Judith DeLozier, Robert Dilts e David Gordon dariam importantes contribuições.

A nova abordagem de comunicação e mudança começou a se espalhar através do boca-a-boca por todo o país. Steve Andreas, na época um conhecido terapeuta da Gestalt, deixou de lado o que estava fazendo para estudá-la. Rapidamente, ele decidiu que a PNL era uma novidade tão importante que, junto com a mulher e sócia, Connirae Andreas, gravou os seminários de Bandler e Grinder e os transcreveu em vários livros. O primeiro, Sapos em Príncipes, se tornaria o primeiro best-seller sobre PNL. Em 1979, um extenso artigo sobre PNL foi publicado na revista Psychology Today, intitulado People Who Read People – Pessoas que leêm Pessoas. A PNL deslanchava.

Hoje, a PNL é a essência de muitas abordagens para a comunicação e para a mudança. Popularizada por Anthony Robbins, John Bradshaw e outros, partículas de PNL se inseriram nos treinamentos de vendas, seminários sobre comunicação, salas de aula e conversas. Algumas dessas partículas eram tão tênues que logo viraram um problema para a PNL pura.

Quando alguém fala de Modelagem da Excelência Humana, ficar em forma, criar rapport, criar um futuro atraente ou quão “visual” é, está usando conceitos da PNL.

“Estamos encantados por a PNL estar finalmente tornando-se mais conhecida. O fato é que um pouco de conhecimento pode ser perigoso ou pode não significar nada”. Disseram Bandler e Grinder sobre a avalanche de pessoas que faziam um pequeno seminário e logo se diziam especialistas em PNL.

Saber sobre a Modelagem da Excelência Humana é muito diferente do que ser capaz de fazer isso. Saber um pouquinho de PNL é diferente de ter a chance de fazê-la funcionar. Não existe uma escola ou linhas de PNL, existe apenas a PNL, pura e simples. Qualquer diversificação ou mistura com outras técnicas representa apenas a escolha pessoal de quem fizer isso.

Nos cursos, seminários e treinamentos ministrados pelo IBGA o que apresentamos como proposta de aprendizagem são as diversas maneiras de introduzir, de modo eficaz, rápido e seguro, as estratégias da Excelência Humana no acervo comportamental dos participantes, para que cada um possa experimentar o poder da PNL, operando mudanças significativas, em todos os aspectos de suas vidas.

Adaptado do livro: PNL – A Nova Tecnologia do Sucesso, Steve Andreas, Charles Faulkner e Equipe de Treinamento da NLP Comprehensive Editora Campus.

 

Os pilares da PNL

Os princípios fundamentais da PNL são denominados de Pilares sobre os quais se apoiam todos os outros, como técnicas e procedimentos e a ética do praticante.

 

Relacionamento:

Qualquer objetivo, seja ele pessoal ou profissional, depende de relacionamento, consigo mesmo ou com os outros. Para isso é necessária a geração de confiança mútua e assertividade no relacionamento. Em PNL esse processo é conhecido como rapport. Assim, o primeiro pilar da PNL é estabelecer rapport com você mesmo para depois fazê-lo com os outros.

 

Estabelecer objetivos, fixar metas — saber o que você REALMENTE quer:

“Para quem não sabe o que quer, qualquer coisa serve”. Essa frase define o resultado da falta de objetivos. Para alcançar alguma coisa é preciso saber que coisa é essa. Um emprego, um curso universitário, etc. Estabelecer objetivos e metas está para a vida como projetar uma casa, uma nave, um plano de negócio está para um empreendedor, e, claro, realizá-lo. Estabelecer objetivos envolve toda uma maneira de pensar e agir da PNL, que se baseia em pensar sempre em resultados em qualquer situação, de forma a gerar sempre o comportamento apropriado. Um resultado é aquilo que você quer, o objetivo maior. Uma meta é aquilo (as etapas) que você faz para consegui-lo.

 

Acuidade sensorial:

Significa constatação através dos seus sentidos: você deve medir o que está vendo, ouvindo e sentindo a respeito do que está acontecendo com você. Somente assim você terá evidências, baseadas no sensorial, você terá feedback e decidirá se deve continuar agindo como está ou se será necessário ajustar o que está fazendo para alcançar o seu objetivo ou uma das metas dele.

 

Flexibilidade comportamental:

Um dos pressupostos da PNL diz que toda decisão comportamental é uma escolha e que as limitações são, essencialmente, falta de escolhas ou uma escolha baseada numa única opção comportamental. Ampliar o acervo de escolhas comportamentais é o quarto pilar da PNL. Pois, quanto mais escolhas você tiver, maiores serão as suas chances de sucesso. Se fizermos sempre a mesmas coisas, obteremos, sempre, os mesmos resultados. Varie o seu comportamento, não os seus objetivos.

 

Os Pressupostos básicos da PNL:

A PNL possui pressuposições que são os seus princípios centrais, as crenças fundamentais, funcionam como uma filosofia, não são leis irrefutáveis ou verdades universais. Os pressupostos formam a orientação da PNL, operam dentro do princípio “como se” e alicerçam um conjunto de princípios éticos para a vida.

  1. O mapa não é o território: As pessoas respondem a suas experiências, às suas percepções da realidade e não à realidade em si.
  2. As experiências possuem uma estrutura — Toda experiências é sensorial: Nossos pensamentos e recordações possuem um padrão. Os sentidos são as únicas entradas de “dados” em nosso sistema nervoso, daí que todas as nossas experiências são sensoriais.
  3. Se uma pessoa pode fazer algo, todos podem aprender a fazê-lo também: Muita gente pensa que certas coisas são impossíveis, sem nunca ter se disposto a fazê-las. Faça de conta que tudo é possível. Se existir um limite físico ou ambiental, o mundo da experiência vai lhe mostrar isso.
  4. Corpo e mente são sistêmicos: Os processos que ocorrem com uma pessoa, entre ela e seu ambiente são sistêmicos. O corpo humano, a sociedade e o universo formam um conjunto de sistemas e subsistemas ecológicos, interligados entre si, influenciando-se mutuamente.
  5. É impossível NÃO se comunicar: Estamos sempre nos comunicando, pelo menos não verbalmente, e as palavras constituem, quase sempre, a parte menos importante da comunicação. Um suspiro, um gesto, sorriso ou olhar são formas de comunicação.
  6. O significado da sua comunicação é a resposta que você obtém: O significado da sua comunicação é a resposta que ela elicia em alguém, independentemente se era a sua intenção produzir tal resposta.
  7. Todo comportamento tem uma intenção positiva: Em algum nível todo comportamento é (ou em algum momento foi) bem intencionado. Ele é ou foi percebido como apropriado, dado o contexto em que ocorreu e a partir do ponto de vista (consciente ou inconsciente) da pessoa que o gerou.
  8. Toda pessoa possui os recursos dos quais necessita: Imagens mentais, vozes interiores, sensações e sentimentos são os blocos básicos de construção de todos os nossos recursos mentais e físicos. Podemos usá-los para construir qualquer pensamento, sentimento ou habilidade que desejarmos, colocando-os depois nas nossas vidas onde quisermos ou mais precisarmos.
  9. As pessoas funcionam perfeitamente: Ninguém é certo ou errado. Cada um de nós tem a sua própria e única história e nossas estratégias. Através delas aprendemos o que querer e como querer, o que valorizar, e como valorizar, o que aprender e como aprender. Esta é a nossa experiência. A partir dela, devemos fazer todas as nossas opções, isto é, até que outras novas e melhores sejam acrescentadas.
  10. Se o que você está fazendo não está funcionando, flexibilize-se: Faça qualquer coisa. Se você sempre faz o que sempre fez, você sempre conseguirá o que sempre conseguiu. Se você quer algo novo, faça algo novo, especialmente quando existem tantas alternativas. Varie o seu comportamento, crie novas possibilidades de escolhas, flexibilize-se até atingir seu objetivo. Na pior das hipóteses, continuará dando errado mesmo.
  11. Não há fracasso, apenas feedback: Os sistemas são auto-organizadores e naturalmente procuram por equilíbrio e estabilidade (ecologia interior). Não existem erros, apenas resultados – feedback – todos os resultados podem ser utilizados. Cada tentativa sem sucesso leva a pessoa para mais próximo da sua meta.
  12. Ter escolhas ou opções é melhor do que não tê-las: Toda pessoa faz as melhores escolhas, dadas as possibilidades que são percebidas como disponíveis, a partir de seu próprio modelo mental.
  13. Todas as ações têm um propósito: Estamos sempre tentando realizar algo; nossas ações não acontecem aleatoriamente, estamos sempre tentando realizar algo, independente se temos ou não consciência disso.

 

Sistema de Mudança da PNL:

As mudanças proporcionadas pela PNL podem ser resumidas em três modalidades:

Mudanças Corretivas:

Consertando algo que não está funcionando, um problema de comportamento, como dificuldade de comunicação, timidez, fobias, etc.;

Mudanças Generativas:

Partir de algo que está bom e melhorar ainda mais, um comunicador que deseja melhorar seu grau de assertividade ou uma pessoa que deseja melhorar em áreas nas quais ainda não tem domínio;

Mudanças Evolutivas:

Criar algo completamente novo, uma pessoa que fala em público, mas não gesticula nem explora o palco pode criar esses dois comportamentos.

Fazendo uma analogia, mudanças corretivas são como arrancar ervas daninhas; mudanças generativas são como plantar novas sementes; mudanças evolutivas são como alterar a paisagem onde as ervas daninhas e as sementes estão crescendo

Adaptado livro: PNL – A Nova Tecnologia do Sucesso, Steve Andreas, Charles Faulkner e Equipe de Treinamento  da NLP Comprehensive Editora Campus.

O que é PNL, Portal IBGA