Menus de configuração no Painel de Administração

IBGA - Instituto Brasileiro de Gestão Avançada

O que é Coaching: definição e aplicações – IBGA PNL e Coaching

Coaching, o que é? Portal IBGA

 

Coaching: Definição

É uma relação de parceria, entre o Coach e o Coachee, que revela/liberta o potencial das pessoas de forma a maximizar o desempenho delas. É ajudá-las a aprender ao invés de ensinar algo a elas. Disse Timothy Galway, o precursor do coaching moderno.

O termo deriva-se da palavra Coach que definia o condutor de uma carruagem denominada de Coche, projetada e fabricada em 1500, na cidade de Kros, na Hungria, pelo Rei Matias Corvino (1458-90). A função do Coche era conduzir, de um ponto a outro, com segurança e conforto, o rei e pessoas importantes do governo. As carruagens fizeram tanto sucesso que se difundiram por toda a europa.

No século XIX, na Inglaterra, o termo Coache foi atribuído aos professores particulares que preparavam os alunos para exames. Em 1880, a palavra passou a definir também o treinador de equipes esportivas. Em 1922, nos Estados Unidos, foi criada a América Football Coaching Association, onde o termo Coaching se estabeleceu principalmente relacionado aos técnicos esportivos.

O americano Timothy Gallwey, deu força e visibilidade ao coaching. Gallwey treinava tenistas e percebeu que faltava algo mais para que eles se destacassem. Ele cunhou a frase “Nosso maior adversário não está do outro lado da rede, mas sim dentro de nós”.

Como resultado de seu trabalho ele lanço, em 1972, o livro “The inner game of tennis” (“O jogo interno do tênis”) O livro vendeu mais de um milhão de cópias só nos Estados Unidos em menos de um ano. Galway fez uma adaptação de seu método para o mundo corporativo e o conceito de coaching explodiu e se expandiu por todo o mundo, como as carruagens do Rei Matias Corvino, da Hungria.

O Coaching é uma metodologia que permite ao profissional, o Coach, auxiliar seus clientes, os Coachees, a se moverem de um ponto “A”, o seu Estado Atual, para um ponto “B”, seu Estado Desejado, o objetivo de mudança.

A proposta do coaching é levar a pessoas a descobrir o que deseja (seus objetivos, pessoais, profissionais, acadêmicos, financeiros, etc.), quais são os impedimentos para alcançar estes objetivos e como desenvolver as habilidades e comportamentos necessários para alcançá-los. O Coaching é isento de conselhos, dicas e receitas.

A lei básica do coaching é levar o coachee à descoberta do Que é importante para ele atingir seus objetivos. Ao coach cabe usar o Coaching para possibilitar o Como fazer isso, com segurança e conforto, como o cocheiro que não determinava o caminho, mas simplesmente conduzia seus clientes por ele. O Coaching é o método, o coach o condutor deste método e o coachee é a pessoa que passa pelo método em direção a um destino, definido por ele.

O coaching é um diagnóstico da situação atual e um projeto que visa definir e levar à situação futura. Por si o coaching não possui processos e técnicas de mudança, portanto, num processo de coaching tradicional o coachee pode, em comum acordo com o coach, buscar meios de alcançar o desenvolvimento de habilidades e comportamentos necessários aos seus objetivos. Estes meios podem ser cursos, como teatro, oratória, desinibição e até mesmo terapia.

Devido ao sucesso da Programação Neurolinguística – PNL em promover mudanças comportamentais e desenvolver habilidades, a maioria dos profissionais que praticam o coaching e os institutos que formam coaches lançaram mão da PNL como seu principal instrumento de mudança.

 

O Método

O filósofo Sócrates praticava o coaching, com sua técnica de Maiêutica, que o Dicionário Aurélio define como: Processo dialético e pedagógico socrático, em que se multiplicam as perguntas a fim de obter, por indução dos casos particulares e concretos, um conceito geral do objeto em questão. O processo de Coaching é exatamente um diálogo dirigido através do qual o Coach ajuda o Coachee a definir o que quer na vida, e organizar um plano de ação para se atingir o objetivo desejado.

A essência do Coaching é a Mudança produtiva. O Coach ajuda o Coachee a definir o que ele quer, o que ele gostaria e não tem, em substituição ao que ele tem e não gosta ou ainda, o que ele já tem e gosta, mas que pode melhorar. O processo permite a análise da situação atual, — Estado Atual – EA e permite que juntos, coach e coachee, construam a ponte para transpor o GAP (lacuna), que o separa do seu objetivo — Estado Desejado – ED. O processo é de aprendizagem com compromisso de seguir e implementar o Plano de Ações IntegradasPAI, elaborado por ambos.

Numa metáfora o coach é o arquiteto que planeja, estrutura e define os processos e o coachee é o engenheiro, o mestre de obras e demais operários que calcula e executa cada etapa do planejamento, sendo também ele o beneficiário direto e o controle de qualidade de todo o processo.

 

Tipos de coaching

No processo de coaching existem dois atores primordiais: o coachee e o coach. O coachee procura por coaching em três situações básicas:

  1. Quando tem um objetivo e não possui os meios comportamentais para alcançá-lo. Como por exemplo, alguém que deseja se tornar extrovertido e ousado, mas não consegue, ou alguém que deseja se tornar líder, ser promovido para um cargo maior e não consegue exercer as atitudes necessárias.
  2. Quando NÃO tem um objetivo ou TEM comportamentos indesejáveis. Muitas pessoas procuram coaching porque estão perdidas, sem noção do que querem na vida. Outras apenas querem se livrar de comportamentos indesejáveis como timidez, baixa autoestima ou excesso de humildade, etc.
  3. Quando são orientadas ou intimadas a mudar. Médicos, cônjuges, familiares, terapeutas, professores, lideranças e setores de recursos humanos das empresas normalmente orientam ou até mesmo determinam que as pessoas a busquem coaching por diversos motivos, como indisciplina, irritabilidade, falta de flexibilidade, dificuldade de comunicação e relacionamento, problemas com metas ou com pressão, etc.

Daí a grande variedade de tipos:

Personal Coaching —  Pessoal

Life Coaching —  de Vida

Teenager Coaching —  para Jovens

Coaching de Carreira/Profissional

Executive Coaching —  Executivo

Business Coaching — de Negócios ou Corporativo

Team Coaching —  de Equipe

Sportive Coaching —  Esportivo

Financial Coaching —  Financeiro

Existem muitos outros “tipos de coaching”, como sensual, sexual e até espiritual. Muitos destes “tipos” ganharam o nome de coaching como prefixo do que a pessoa ou empresa já oferecia. Alguns corretores de imóveis lançam em seus cartões de visita o título de Coach Imobiliário, mas continuam fazendo a velha corretagem de sempre.

O importante é que todo programa de coaching de verdade é focado na pessoa, portanto, é coaching de vida ou coaching pessoal. Mesmo o coaching executive e o corporativo são focados no indivíduo. Um executivo ou pessoas de uma organização que se submetem ao coaching tem o sujeito, o indivíduo como beneficiário direto do processo. Se esta pessoa sair da empresa, que definiu e contratou o coaching, todo o resultado vai com a pessoa. Portanto, todo coaching é pessoal. Os tipos servem apenas para direcionar um interesse e especificar especialidades de determinados coaches.

 

O processo de coaching

Quando a pessoa procura por coaching pelas circunstâncias 1 ou 2 acima é mais fácil para o coach conduzir o trabalho, já que a iniciativa é do interessado direto. No caso 2 é necessário, primeiro, auxiliar a pessoa na descoberta de seus reais objetivos, tanto no caso de quem não tem este objetivo, quanto daqueles que querem se livrar de algo, livrar-se de uma timidez não significa ser extrovertido, deixar de ser subserviente não significa adquirir proatividade, etc.

Já a opção 3, na qual a inciativa de se fazer coaching parte de uma terceira pessoa, cabe ao coach inserir o coachee como o sujeito ativo do processo. Pois, por mais que a empresa, o cônjuge, médico, terapeuta e amigos indiquem o coaching, se a pessoa não perceber a importância do mesmo não haverá evolução, mas sim frustração de todos, incluindo, possivelmente a do coach.

Após esta etapa é iniciado o ciclo de coaching que deve começar por identificar aquilo que o coachee tem e não quer e descobrir aquilo que ele deseja e não tem, em termos de comportamento e habilidades. Este processo acontece numa avaliação preliminar, normalmente por telefone, antes de se marcar a primeira sessão, continua nesta e, até a terceira sessão coach e coachee devem contar com o plano de trabalho, cuja abrangência deve contemplar todos os aspectos da vida da pessoa, independente se se trata de que tipo de coaching.

Um coachee que busca o coaching de carreira ou executivo (principais áreas de interesse) pode ter problemas em outras áreas da vida que afetam as principais. Por exemplo, se ele tiver algum problema na área de relacionamento amoroso, física ou financeira, isso pode influenciar negativamente os resultados. Uma pessoa com problemas afetivos, sedentarismo, desorganização ambiental e dívidas, certamente terá a influência destes na vida profissional. Cabe ao coach auxiliar a pessoa na busca do equilíbrio destas áreas, mesmo que o foco principal seja nas outras.

Feito o plano de trabalho ou Plano de Ações Integradas – PAI®, que deve ficar pronto até a terceira sessão, o trabalho segue, de acordo com prioridades estabelecidas pelo coachee e pelo coach até este ponto. As sessões podem ser semanais, quinzenais ou alternando-se entre as duas periodicidades. Deve ocorrer avaliações de resultados em todas as sessões.

O coaching corporativo envolve a empresa, que, preservando-se o sigilo das sessões, tem direito a relatórios sobre o andamento do processo, resultados e pode, dependendo das formas de contratação, participar das avaliações de resultados ou de sessões específicas para este fim, nas quais pode ou não ter a participação do coachee.

O coaching de equipes não pode ser confundido com treinamento ou terapia de grupo. O coaching foca-se no indivíduo e, mesmo que se trate de um processo em equipe, as sessões devem ser individuais. Alguns profissionais e institutos praticam o coaching em grupo, nós do IBGA temos ressalvas quanto à eficácia desse processo.

Coaching virtual, feito por videoconferência ou outras ferramentas interativas podem funcionar, mas, certamente, terão a eficiência prejudicada, pois muitas sutilezas do processo serão perdidas pela falta de condições dessas tecnologias.

 

Perguntas poderosas de coaching

Existem no papel, mas não são poderosas e nem funcionam eficientemente na dinâmica do coaching.

A denominação de “Perguntas Poderosas de Coaching” surgiu devido ao Meta Modelo de Linguagem, da PNL, uma ferramenta que permite ao profissional que a domina questionar o coachee e leva-lo a mergulhar no cerne de sua experiência (estrutura profunda versus estrutura superficial).

Como o aprendizado do Metamodelo e seu domínio é difícil, com o objetivo de facilitar as coisas e criar uma receita pronta, alguém, desconhecido, teve a ideia de elaborar uma lista de “Perguntas Poderosas de Coaching” que, supostamente, o coach deve decorar e, no momento da sessão, na interação com o coachee, escolher a pergunta certa e fazê-la para auxiliar o coachee. Há listas com mais de 300 perguntas poderosas e há um autor que criou um baralho com as “Perguntas Poderosas de Coaching”.

O Metamodelo é um processo dinâmico como é a experiência e a linguagem, portanto, não pode ser padronizado, até porque as experiências pessoais são pessoais e exclusivas.

 

Técnicas de coaching

São muitas, incluindo algumas oriundas do mundo corporativo, administração, marketing, sociologia, etc. Matriz SWOT, Diagrama de Pareto, Avaliação 180/360º, TNG/GNT®, Níveis Relacionais®, etc. São, essencialmente diagnósticas, sendo que o Metamodelo de Linguagem é uma ferramenta multifuncional impactante, com ela o coach tanto eleva a qualidade do diagnóstico, quanto faz mudanças na estrutura do modelo mental do coachee.

 

Técnicas e ferramentas de mudança em coaching

Isso depende da origem do coach, sua escola. Coaches de escolas psicológicas tendem a usar muitas técnicas da psicologia; coaches da escola de aconselhamento e mentoring tendem a confundir o coaching com estas técnicas, coaches de escolas místicas ou filosóficas tendem a enfatizar muito as crenças destas escolas, coaches da escola da PNL utilizam os processos e técnicas da PNL.

Como já foi dito, a PNL foi adotada abertamente ou não, pela maioria dos profissionais e institutos de coaching. A utilização das técnicas da PNL com a eficiência que elas oferecem dependerá se o profissional que as utiliza passou por um treinamento conceitual ou integral.

Se o processo for apenas conceitual é possível que os resultados sejam reduzidos, mas se o profissional foi bem preparado para lidar com as nuances da PNL que antecedem a simples aplicação de uma técnica, certamente a mudança será contundentemente produtiva.

O coach que também é PeNeLista possui uma visão mais ampla do processo de coaching (diagnóstico), quanto das ferramentas de mudança da PNL (solução, mudança, aprendizagem). Dessa forma ele maneja tanto as técnicas de coaching, quanto o acervo da PNL, incluindo Metamodelo, Hipnose Ericksoniana, Metaprogramas, e os três níveis de mudança da PNL:

Mudanças Corretivas: cuidar de um problema pontual, como fobia, timidez, etc.;

Mudanças Generativas: partir de algo que está bom e melhorar ainda mais;

Mudanças Evolutivas: criar algo completamente novo, uma nova habilidade ou comportamento.

 

Formação em coaching

Trata-se de um curso que formará os profissionais (coaches) que oferecerão as sessões de coaching a quem deseja se submeter ao coaching (coachee).

 

Pré-requisitos:

A maioria dos institutos não exige nenhum pré-requisito para que alguém se candidate a ser um coach. Outros, poucos, exigem que a pessoa tenha alguma qualificação ou formação prévia.

 

Quais são as escolas de formação em coaching:

Existem vários institutos oferecendo esta formação, no Brasil e no mundo, com os mais diversos formatos, conteúdos, carga horária e duração em dias.

Há cursos divididos em áreas de especialização (selff coaching, executive coach, financial coaching, etc.) e outros ofertando cursos completos em módulos (coach; máster coach e advanced certificate in coaching, etc.).

Existem cursos de formação de dois dias, cinco e outros com 20 dias de duração, variando, portanto, de dez horas a 160 horas de carga horária.

No IBGA oferecemos apenas a Pós Graduação em Coaching, o que exige da pessoa uma graduação em qualquer área do conhecimento. A duração do curso é de 18 meses, com 420, ou 500 horas de carga horária e com conteúdo aprovado e reconhecido pelo MEC.

 

Certificação:

Possuir certificação numa determinada área exige uma série de critérios que vão além da simples obtenção do certificado de conclusão de determinado curso.

Podemos dizer que um bacharel em direito tem o certificado que demonstra que ele concluiu o curso de direito, mas, no entanto, não assegura-lhe o exercício da profissão, o que somente é facultado se ele passar no exame da OAB, que é uma espécie de certificação. O futuro advogado só precisa ter frequentado e concluído uma faculdade autorizada ou reconhecida pelo MEC para se candidatar ao exame da Ordem. Aprovado neste exame o bacharel se inscreve na OAB, mediante seu registro e torna-se assim um advogado com plenos direitos de exercer a profissão.

O Project Management Institute – PMI oferece seis tipos de certificação para gerentes de projetos. Para isso o PMI é acreditado pela Organização de Padrões Internacionais (ISO) e, independente de qual escola de formação de gestor de projetos a pessoa tenha frequentado, desde que ela seja oficialmente credenciada para tal, ele pode se candidatar a uma certificação do PMI. Após passar por todo o processo de avaliação e aprovado em todas as etapas a pessoa é considerada certificada, quando então é feito o registro da certificação junto ao PMI que disponibiliza informações sobre os profissionais certificados. Dando assim credibilidade ao saber deles.

No Coaching e na PNL não há isso. Não existe nenhuma instituição em nenhuma parte do mundo que tem tais credenciais sobre o coaching e a PNL. O que existem são escolas que somente oferecem títulos de certificação exclusivamente para seus alunos, o que significa que determinado certificado somente é emitido para alunos de determinado grupo de escolas, normalmente os institutos de certificação pertencem aos donos das escolas associadas.

Outra confusão é quanto se a certificação é internacional ou não. Alguns institutos dizem que suas formações são internacionais porque existe um professor estrangeiro ministrando o curso ou parte dele.

O termo Internacional está relacionado ao conteúdo e a distribuição da carga horária do curso. Isso é importante porque, informalmente, os institutos que oferecem formações mais consistentes em todo o mundo convencionaram que para colher num curso avançado, um aluno um nível abaixo, oriundo de outro instituto, deve ter seguindo um conteúdo mínimo, tanto em coaching, quanto em PNL (na qual as coisas são mais organizadas em três níveis: Practitioner; Master Practitioner e Trainer), cujos conteúdos são universais e a duração é razoavelmente padronizada).

Este cuidado é fundamental para que o aluno de Practitioner, por exemplo, consiga acompanhar os conteúdos do Master Practitioner sem perdas, já que cada nível de formação exigirá o domínio do nível antecedente.

Portanto, as credenciais de certificação não servem como diferenciais e nem como credencial.

 

Organizações: Associações, sociedades, federações, academias e conselhos de coaching:

Também não são representativas e nem normativas do setor. A maioria só aceita membros advindos de suas escolas. Outras são empresas comerciais que utilizam tais nomes como forma de se tornarem (aos olhos do leigo) mais importantes do que as demais que não usam tais mecanismos de marketing.

Isso, no entanto, não significa que são organizações inidôneas ou de baixa qualidade.

Somente indica que ao escolher um curso você seja informado claramente sobre em que instituição está entrando.

A maioria das informações contidas neste tópico se aplica também à PNL.

 

Valores de coaching

Não existe uma tabela determinando estes valores. Há coaches que cobram por sessão, outros, como é o caso dos profissionais do IBGA, que cobram pelo pacote de 10 sessões. Os valores variam de 2.000,00 a 10.000,00 o pacote. Mas pode existir quem cobre mais do que isso e quem cobre muito menos.

 

Sessão demonstrativa de coaching

Muitos profissionais ofertam uma ou duas sessões gratuitas de coaching como forma de dar ao cliente a opção de escolha ou usam isso como forma de vender o trabalho.

Você tem conhecimento de algum excelente profissional, de qualquer área de atuação, que faça demonstrações gratuitas de sua maestria? Já imaginou Ivo Pitangui ou Niemayer fazendo isso?

Mas respeitamos as escolhas, tanto de profissionais, quanto de coachees que se adotam esse procedimento.

 

Eficiência do coaching

Dependerá de todos os pontos abordados anteriormente. De modo geral, se a pessoa preferiu uma ou outra abordagem é porque teve maior rapport (sintonia) com esta escolha e, normalmente a passagem por um programa de coaching serve, na pior das hipóteses, para aprender como escolher um programa de coaching.

O INSEAD fez um levantamento no qual foi avaliado o retorno do investimento em altos executivos de corporações internacionais e os resultados são de 1000 para um. Ou seja, cada dólar investido em coaching retorna 999 vezes a mais.

® = Técnicas e processos desenvolvidos e de uso exclusivo do IBGA, por serem marcas registradas do mesmo.

 


Coaching, o que é, portal IBGA